3 anos
Hoje o ZV faz três anos. Sei que se somarmos todos os posts não completariam nem um ano, mas vamos levando assim mesmo.
Mais um topo para comemorar.
Hoje o ZV faz três anos. Sei que se somarmos todos os posts não completariam nem um ano, mas vamos levando assim mesmo.
Mais um topo para comemorar.
A sequência de um jogo da forma que conhecemos pode estar morrendo. Tudo bem, morrer não, mas pode diminuir consideravelmente se essa nova forma de fazer continuações, que faz a experiência de jogar uma sequência muito mais interessante, se tornar um padrão.
A Bioware está aconselhando os jogadores a guardar os saves de Mass Effect e explicou a forma como eles irão influenciar o andamento do jogo em Mass Effect 2. Segundo o produtor chefe do game Casey Hudson, centenas de decisões e ações que o jogador tomou na primeira aventura irão afetar o curso na continuação da saga. Num exemplo dado por Hudson o protagonista tem um encontro com um personagem chamado Conrad Verner no primeiro game e dependendo como o jogador o tratou, ignorando-o, tratando-o bem ou mal, no segundo game Verner estará de volta e se lembrará de como foi tratado.
Essa é uma ótima forma de prolongar a vida útil de jogos mais antigos. Muitos gamers, com certeza, irão jogar o primeiro novamente para ter uma nova experiência no segundo. Nunca joguei Mass Effect, mas me parece ser um ótimo jogo e com essa notícia fica mais atraente ainda.
O que me preocupa é que com a quantidade de games lançados atualmente, se a maioria das sequências tivessem essa característica, quem iria deixar de jogar um novo game para rejogar um antigo? Cada vez mais precisamos ser bastante seletivos no que jogamos.
Esse é aquele tipo de ideia que a gente fica imaginando: porque ninguém pensou nisso antes? Afinal a tecnologia para salvar dados de um jogo existe há anos. Agora só depende dos desenvolvedores fazerem mais sequências no mesmo estilo.
Eu sei, eu sei, a E3 foi há semanas atrás, mas só pude escrever esse post sobre o revolucionário projeto Natal hoje.
Tá certo que já estávamos caminhando para essa inovação técnológica “a la Minority Report sem luvinha” como pudemos notar com o lançamento do Wiimote há mais de 2 anos trás. Mas é sempre impressonante quando vemos vídeos como esses abaixo.
Até quem não entende inglês e não sabe que o sistema está programado para reconhecer voz e rosto se impressiona com os efeitos.
Agora só depende da criatividade dos desenvolvedores de jogos. Pois até o Wii que está aí há tanto tempo não apresentou muitas inovações além daquele impacto inicial.
“Sonha em ser um desenvolvedor de jogos no dia em que a estabilidade do emprego público não se torne mais necessária”. Estou me citando para mostrar que infelizmente quando eu enfim pedir exoneração do serviço público para me aventurar nessa arte digital dificilmente serei tão criativo quanto Jarrard Woods.
O dito cujo criou um pequeno game em Flash usando o encanador mais famoso dos games para pedir demissão da empresa em que trabalhava porque queria tempo integral para desenvolvimento de jogos indie.

Talvez um um órgão público enxergue essa atitude mais como uma falta de respeito do que como uma forma bem humorada de desligamento. Mas quem sabe daqui até lá eu encontre uma alternativa.