Posts de December de 2006
26 de December de 2006 às 23:20 · em Programação
Um vídeo que demonstra como fazer uma aplicação com Ruby on Rails em apenas 15 minutos deixou muita gente impressionada com a linguagem. Depois de tanta comoção a respeito do RoR resolvi “brincar” um pouco com ele e expor minhas considerações. A rapidez para se produzir aplicações é, sem dúvida, uma das principais vantagens do RoR, como o vídeo quer mostrar. Foi, provavelmente, a razão que fez o dono desse blog soltar essa pérola que usei como título. Outra vantagem é a facilidade de trabalhar com templates de páginas e usar o Ajax que é a tecnologia mais comentada atualmente.
A vantagem da rapidez precisa de uma observação: a principal razão dela é o fato de criar automaticamente as operações de listagem, inserção, atualização e deleção dos registros das tabelas, mas numa aplicação real quase sempre vai ser necessário sobrecrevê-las com suas próprias operações, perdendo boa parte da vantagem.
Quem está acostumado a trabalhar com PHP como eu, percebe logo que a forma de desenvolvimento é completamente diferente. RoR utiliza como base a língua Inglesa mas de uma forma mais próxima da sintaxe gramatical. Para entender melhor o que quero dizer, mostro um exemplo:
Se tivermos duas tabelas, clientes e telefones, para a aplicação entender que um cliente possui vários telefones basta colocar “has_many :telefones” na classe cliente e “belongs_to :cliente” na classe telefone.
Essa forma extremamente diferente de programar implica numa quase reaprendizagem. Outra desvantagem, que pode ser momentânea, é que existem poucas fontes de aprendizagem disponível na internet. As que existem explicam o básico. O problema é quando queremos sair desse ponto, o que aconteceu comigo quando estava estudando e fazendo uma pequena aplicação.
Acredito que Ruby on Rails tem um bom potencial e que sua grande barreira será fazer os desenvolvedores modificar a forma de programar.
//UPDATE
Para concorrer ao livro do Simples Idéias
20 de December de 2006 às 2:03 · em Games
O jogo Second Life já registrou mais de 2 milhões de usuários registrados. Não tive ainda oportunidade de jogá-lo (aparentemente meu computador não suporta), mas imagino que seja algo parecido com um The Sims multiplayer. Ou seja, é algo como um simulador de vida. A idéia do jogo é muito boa: criar uma outra vida e fazer o que quiser com ela. Mas o modo como o jogo está sendo comercializado é algo à se pensar. Dentro da vida virtual é possível comprar roupas de marca, carros e todas esses luxos que gostariamos de possuir, contudo o dinheiro usado não é virtual. Claro que o valor dessas mercadorias virtuais não devem ser o mesmo preço das reais, mas a contradição de gastar dinheiro e não ter o produto de fato me deixa intrigado. Será que a maior parte desses usuários é somente pessoas com grana para gastar ou serão pessoas que não conseguem se satisfazer em sua própria vida e preferem se dedicar à uma outra mais fácil?
8 de December de 2006 às 15:57 · em Games
Indiscutivelmente a principal, e, para mim, a melhor, característica do Wii é a sua jogabilidade. Para quem não conhece, o controle do Wii, o Wiimote, possui sensores de movimento que permitem uma interação maior com o jogo. Um exemplo clássico é em um jogo de tênis que você pode usar o controle como se fosse uma raquete que os movimentos na tela irão seguir.
Acredito que a Nintendo foi bastante ousada e pode ter muito sucesso nessa empreitada. Mas talvez ela não tenha analisado o que aconteceria depois dos consoles nas casas dos gamers.
Essa mesma liberdade que o controle traz o transformou numa “arma”. Isso porque a empolgação dos usuários do videogame com o jogo pode fazer com que a alça do controle se parta e lance o controle para qualquer direção. O que também piora a situação é o suor das mãos. Devido à diversas reclamações a Nintendo resolveu mandar e-mails aos compradores do Wii instruindo algumas dicas de segurança. E as colocou também em seu site.
Depois de ter destruido algumas coisas em casa alguns fãs do console colocaram no ar um blog mostrando seus prejuízos.
O grande problema dos primeiros compradores de um console é que eles funcionam como cobaias do uso em massa do console. Mesmo assim, se eu fosse cheio de grana não me importaria de servir de cobaia para esse experimento.
2 de December de 2006 às 11:15 · em 101 coisas em 1001 dias, Dinheiro
O livro é muito bom. Te dá muitas dicas de como você administrar bem o seu dinheiro, sem sacrificar o seu lazer. Claro que para algumas pessoas, que gostam muito de farra ou são muito consumistas, seguir os conselhos do autor vai ser muito difícil. Mas para mim foi ótimo aprender melhor como investir meu dinheiro.
Entre várias dicas uma delas vai afetar a tarefa “28 - Fazer financiamento em um apartamento” e talvez também a “27 - Fazer financiamento em um carro”. O autor põe em dúvida se realmente é mais válido fazer o financiamento à alugar um imóvel. Todos pensam que com aluguel vão estar só jogando dinheiro fora, mas não param para pensar que o valor final do financiamento vai ser bem maior que o valor real do imóvel. É claro que existem casos e casos. Existe a possibilidade do financiamento ser mais viável. Que é outra dica importante do livro estar atento às oportunidades.
De qualquer forma, recomendo a leitura para todos, desde os que tem dificuldades à pagar as contas no final do mês até os que tem uma poupança gorda no banco e não dão uma finalidade para ela. Quem quiser saber mais sobre o assunto clique aqui.
// UPDATE (03/01/2007)
Terminei de ler o outro livro (#73 - Ler o livro “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos”). Ele se mantêm na mesma linha do primeiro livro. Mas, como o título já anuncia, é voltado para casais e também dá muitas dicas de como aprimorar seu orçamento doméstico. Também recomendo a leitura. Mas se tiver que escolher um leia o primeiro, como ele já dá para por em prática o plano de riqueza pessoal.
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