Ontem eu assisti Terror em Silent Hill (Silent Hill) que é baseado no tenebroso jogo da Konami. Sem dúvida nenhuma é uma das melhores adapações do video game para o cinema. Algumas avaliações que eu li também acham isso. E se essas avaliações forem de fãs do jogo tem mais valia, já que é mais difícil agradar os fãs do que o publico em geral.
O filme procura se manter fiel ao aspecto sombrio do jogo. Embora eu tenha achado que ainda tenha ficado um pouco mais claro do que o ambiente do game. Mas as partes “pesadelo” (quem já viu o filme ou jogou o jogo sabe o que quero dizer) representaram bem as trevas que o jogo apresenta. Outro ponto positivo são as criaturas que davam a impressão de terem saído de um pesadelo, apesar que a ”dança” das enfermeiras parecia mais um remake de Thriller.
Mesmo gostando muito do jogo, vejo um ponto fraco nele que é o final. Não sei se por burrice ou distração não consegui entender direito. Mas o filme não fez da mesma forma. Ele apresenta uma conclusão bastante razoável para a história, buscando, provavelmente, agradar os que não conhecem o jogo.
Concluindo, o filme não te deixa com tanto medo quanto o game mas é muito bom. Acredito que agradou ou vai agradar muitos fãs da série de jogos, mas não sei se terá o mesmo efeito para quem nunca ouviu falar em Silent Hill.
//UPDATE (31/01/2007)
Confirmando o que eu havia dito, minha irmã e cunhado, que não conhecem o jogo, não gostaram do filme.
Os jogos musicais estão se tornando cada vez mais populares. Um grande lançamento de algum tempo atrás foi o Guitar Hero 2. Com o seu “joystick-guitarra” os jogadores podem tocar alguns sucessos da música desde Message in Bottle do The Police a Heart-Shaped Box do Nirvana. Para os que não se sentem capazes de empunhar uma guitarra, não se preocupem, o “joystick-guitarra” só se parece com uma guitarra no formato, na funcionalidade, ele possui vários botões que servem para acompanhar a música. No jogo, você pode progredir tocando numa garagem até um estádio lotado de pessoas. É um que eu pretendo jogar algum dia. E sei de alguém que iria se divertir muito com ele também.
Antes desse, já vieram outros jogos relacionados com a música como o Dance Dance Revolution (que se não fosse pelo “joystick-tapete de dança” tão caro eu já teria jogado), um jogo que consiste em seguir os passos certos na dança e se popularizou principalmente nos arcades. Além dos mais antigos Bust a Move (ou Bust a Groove), Um Jammer Lammy e PaRappa the Rapper, que foi o primeiro jogo musical que joguei e é muito divertido.
Jogos musicais foram disseminados principalmente no Japão, e, acredito eu, criados também por lá, pois a maioria desses jogos são de empresas japonesas. Eles devem ter uma cultura musical muito forte. Mas a difusão desses jogos para o ocidente enriqueceu muito a diversidade dos jogos, tanto que até tem um jogo musical com a marca American Idol. Isso é bom para os americanos aprenderem que não é só jogo com muito sangue que é legal.
Finalmente terminei a migração para o NoizComputa!. E de layout novo, como vocês podem ver. Talvez faça mais algumas alterações, mas nada muito grande, pelo menos por enquanto. Vou tentar também aumentar a frequência de posts.
Cada vez mais vejo reportagens mostrando os video games como uma ferramenta para o aprendizado não só de crianças como de adolescentes e adultos também. A notícia que me inspirou a escrever esse post mostra que um pesquisador entende os games como um meio de preparar o jovem para o mercado de trabalho. Essas descobertas me deixam muito contente, pois como amante de jogos eletrônicos desde pequeno lembro como ainda era criticado por gostar dos games depois de já crescido. Como se só fosse coisa de criança. Ou ainda como se os jogos não fossem uma diversão sadia. Mas como alguém já disse, e eu concordo: “Tudo em excesso faz mal”. Até hoje não encontrei algo que desmentisse isso. Por isso, para os que também gostam, vão em frente, não parem de jogar, além da diversão vocês também estão exercitando seus cérebros.