O colete 3rd Space, que foi desenhado por um cirurgião americano inicialmente para permitir exames em pacientes à distância, tenta simular, utilizando pressão do ar, os golpes, tiros, facadas e afins que o jogador recebe na tela. Deve ser lançado neste mês por US$ 189 junto com o jogo Call of Duty.
A princípio me pareceu bastante interessante, mas algo me diz que, dependendo da pressão do colete, vão aparecer casos de jogadores (especialmente os ruins) com falta de ar por aí.
Então resolvi postar sobre um jogo que também não é dado o devido respeito: Ico (é um pouco velhinho, mas como eu só joguei recentemente, tá valendo).
É classificado como aventura no Playstation.com, mas na minha opinião é um dos melhores jogos de puzzles que existe. O garoto de chifres, Ico, foi preso no castelo de uma rainha perversa. Ele consegue escapar da prisão e encontra Yorda, uma moça com aparência espectral, presa numa jaula. Ao libertá-la, a missão de Ico é achar uma saída do castelo. Com a ajuda de Yorda para abrir certas portas mágicas, o resto cabe ao moleque, subir em correntes, pular abismos, escalar paredes além de ter que ajudar Yorda em todas essas acrobacias já que ela não é muito “esportiva”.
No jogo não há muita ação, provavelmente é por essa razão que alguns não tenham gostado do game. Ela se resume à algumas poucas lutas com as sombras que querem retomar Yorda. E se eles a pegarem é bom você recuperá-la depressa senão é game over.
Os puzzles são um personagem à parte. Não são extremamente difíceis mas são muito bem elaborados que fazem você querer ficar empacado só para pensar mais um pouquinho.
Acredito que a proposta da Team Ico era criar um jogo com essa característica dos puzzles bem presente. Se não era, eles erraram feio (ou acertaram em cheio?). E o segundo jogo da equipe, Shadow of the Colossus (que aparentemente é uma prequel de Ico), também seguiu essa linha, só que com bem mais ação e menos enigmas.
Ico é um jogo para quem gosta de desvendar enigmas que, com certeza, não vai decepcionar.
O filme será baseado no jogo Return to Castle Wolfenstein onde a história se passa na Segunda Guerra Mundial e o protagonista, B.J. Blazkowicz, lidera um time de agentes ao castelo Wolfenstein para investigar a divisão paranormal dos nazistas.
Acho que esse vai ser um dos poucos filmes baseado em games a se salvar. Pois Resident Evil é um dos menos piores e, embora alguns não tenham gostado, eu gostei de Silent Hill, como já havia dito. É esperar para ver.
30 dAmerica/Phoenix July dAmerica/Phoenix 2007 às 18:02 · em Humor, Internet, Games
Uma dica para quem curte charges e, é claro, games: passeando pela net encontrei alguns sites que fazem charges relacionadas a games.
Acredito que o Penny Arcade! seja o mais famoso deles. Uma dupla de gamers meio (?) insanos discutem, zombam e escracham varios icones da indústria gamística.
O VG Cats foi o que eu mais gostei devido ao foco nos personagens de jogos ser maior, apesar do autor das charges desenhar quase todos como gatinhos.
Para ser sincero não li muita coisa do Ctrl+Alt+Del. Mas vi que, assim como o Penny Arcade!, fica mais divertido quando você começa a conhecer melhor os personagens.
Embora seja em inglês, e algumas charges eu não ter entendido patavinas, outras são muito legais, como essa aí de baixo do VG Cats.
Só me surgiu uma dúvida. Será que eles não usam muito os personagens dos jogos por opção ou por receio de algum processo?
5 dAmerica/Phoenix July dAmerica/Phoenix 2007 às 23:07 · em Internet, Games
Se você quer, como dizem por aí, estragar a produtividade da sua empresa, apresente a todos o Line Rider. Esse jogo é muito viciante. Até entrou na lista das 100 melhores aplicações Web da Webware. O exemplo abaixo é de algum desocupado fã de jogos que teve a paciencia e habilidade de recriar o cenário da primeira fase de Super Mario.